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Setembro Amarelo – campanha de valorização da vida. Pois viver é a melhor opção!

O que é Setembro Amarelo?

O Setembro Amarelo é uma campanha que pede atenção para um assunto delicado e complexo: a prevenção ao suicídio.

Campanha Setembro Amarelo

Promovido por entidades como o Centro de Valorização da Vida (CVV), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), com o apoio da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Setembro Amarelo ocorre desde 2015.

Em 2018, o mote da ação é: “falar é a melhor solução”. A partir dessa mensagem, os apoiadores do Setembro Amarelo incentivam a reflexão sobre o assunto por meio do diálogo com a abordagem certa.

E o que isso tem a ver com prevenção ao suicídio? Tudo!

Com uma abordagem que busca trazer informações, reflexão, orientação e acompanhamento médico e psicológico, age-se diretamente na prevenção.

“Parte das pessoas imagina que o suicídio é uma coisa que não há como evitar. Mas é possível, sim. Para isso, é importante não banalizar a dor do outro”, explica a Dra. Celma Silva Soares, nossa psicóloga da Clínica Santa Amélia.

Ou seja, quanto mais informações a respeito do tema, melhor. Então, vamos lá!

Prevenção ao suícidio

Segundo dados do CVV, o suicídio é a causa de morte de um brasileiro a cada 45 minutos. No contexto mundial, essa estatística sobre para 45 segundos – tornando-o um problema de saúde pública.

Pelos números oficiais, a taxa de suicídios compreende 32 brasileiros por dia, sendo superior às vítimas da AIDS e da maioria dos tipos de câncer. Além disso, pelo menos o triplo de pessoas já tentou tirar a própria vida.

Apesar desses números, o tema ainda é tabu – além de evitar o assunto, há quem o enxerga com preconceito. Esse tipo de postura dificulta o tratamento das chamadas doenças da alma, o que distancia a perspectiva mais sensível e empática sobre a dor do outro.

“Augusto Jorge Cury, autor de vários livros e doutor em psicanálise, diz que, se não começarmos a pensar e tratar as pessoas, até 2020 teremos uma epidemia der doenças de cunho emocional/psiquiátrico, também conhecidas como dores da alma”, ressalta dra. Celma Silva Soares.

Inclusive, essa outra pessoa pode ser um amigo ou parente próximo. A especialista diz que, na maioria das vezes, o pensamento suicida surge como um meio de acabar com uma dor que lhe é insuportável e que não vê saída que não seja a morte mesmo que ele goste da vida. O desejo é acabar com a dor que dilacera a alma, não necessariamente acabar com a vida.

Sinais que apresentam risco de suicídio

Existem sinais comportamentais que denotam uma postura de risco. “Estar atento ao que entristece o outro e respeitar seu amadurecimento emocional são dicas primordiais”, segundo a psicóloga.

Por exemplo: para uma criança, situações como separação dos pais, comparação em relação ao nível social de vida dos colegas, bullying ou cyberbullying podem desencadear um ímpeto contra a própria vida.

Nesses casos, Dra. Celma ressalta que conversar com o pequeno e acompanhar possíveis mudanças de comportamento são atitudes que fazem parte da prevenção.

Vale lembrar que, quando se fala em suicídio, não há restrição de idade, sexo ou classe social.

Por esse motivo, quanto mais informação a respeito, melhor o assunto será tratado com maturidade e empatia. E isso é recorrente. Podemos lembrar das doenças que “podemos ver”, como as sexualmente transmissíveis – DSTs e AIDS, que há quase três décadas atrás conviviam com tabus sobre suas causas e tratamentos.

O medo do desconhecido trava muita gente. É compreensível. Porém, com esforço necessário e coletivo, liderado pela área de saúde, organizações e pessoas engajadas, que ousaram falar, pesquisar e discutir sobre o assunto, a população foi conscientizada quanto a métodos de prevenção, tornando acessível à informação.

Assim, felizmente, o cenário do alto número de mortes causadas por essas enfermidades foi revertido.

E é exatamente aí que mora a essência da campanha. Olhar o outro com mais empatia. Ser mais humano a dor do outro, sem comparações.

Escuta amorosa, amparo emocional e acompanhamento médico.

O Centro de Valorização da Vida, entidade sem fins lucrativos que atua gratuitamente na prevenção do suicídio desde 1962, atende nacionalmente via telefone (188) e via Voip e oferece uma escuta respeitosa, sigilosa de amparo emocional.

Esse serviço é uma espécie de medida emergencial. Identificado o problema, o acompanhamento psicológico e psiquiátrico é imprescindível.

De fato, procurar ajuda médica é uma questão de sobrevivência.

A informação passada pelo Setembro Amarelo é válida, mas o papel de um profissional da área de saúde é sanar aquela dor, com toda sua experiência e ferramentas necessárias. Só ele identificará o cunho daquele problema.

Cada ser humano é único e o médico o estudará, com o apoio da ciência.

Pois, amenizando a dor daquela pessoa, mostrará que há outros caminhos. E, assim, viver poderá ser a melhor opção.

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